Quem foi no congresso nacional da JELB em 2011 certamente ouviu muito essa frase: começo de uma mudança.
E é exatamente isso que estou vivendo. Depois de alguns meses totalmente sem saber o que seria de mim nesse ano, estou matriculada na faculdade, agora com outras dúvidas como: que roupa usar, que atividades extras poderei fazer, como será esse novo viver. E confesso, estou muito animada. Sei que vai ser puxado (vou ter aula segunda de manhã =///), mas faz parte e vai ser ótimo!
Eu adoro recomeçar. Lembro quando troquei de escola, o medo que senti. Foi um pouco mais fácil, pois eu já tinha amigas ali. Segunda não vai ser assim. Eu não conheço ninguém. Eu poderia até construir uma nova Natália, tentar ser diferente, pois ninguém teria conhecimentos prévios sobre mim. Porém não farei isso. Serei exatamente quem eu sou e vou tentar sempre melhorar. Isso parece texto que psicóloga manda a gente escrever. Aliás, é assim que eu imagino que seria. "Uma carta para si mesmo." hahaha
Bom, perdi o fio da meada já hahaha, não sei mais o objetivo desse texto. Bjjs
26 fevereiro, 2011
16 fevereiro, 2011
L'amour, hum hum, pas pour moi
Acabei de ler um post muito legal num blog que adoro. Falava sobre amor e essa dificuldade de compreender o que é isso.
Eu realmente não entendo. Acredito que já estive apaixonada algumas vezes, mas não posso afirmar com certeza que foi amor. Como identificar o amor?
Assim como a Carol (do blog), eu não sei agir como a maior parte das pessoas. Eu não sei ser direta, fazer declarações e essas coisas. Pra muitos, é normal. Não pra mim.
Esses dias umas amigas minhas questionaram o fato de eu não ter namorado. Elas dizem que sou bonita (boas amigas!) e uma pessoa legal (ok, admito que sou legal hahaha). Aí que percebi que eu fujo disso sempre. Os que um dia tentaram qualquer coisa comigo foram brutalmente afastados (eu muito simpática sempre). O que é meio contraditório, pois sempre gosto dos caras que não posso ter (algo meio platônico). Eu fico lá imaginando como seria bom eu me expressar para uma pessoa que, provavelmente, nem imagina o que eu sinto. Me sinto péssima e faço quem gosta de mim se sentir péssimo também.
O que concluo é que tenho medo. Não sei por que isso se tornou um bicho de sete cabeças pra mim. Alguns se jogam sem medo. Vão de um relacionamento a outro numa boa.Eu nem tento, mas também não lamento. Sei que tenho culpa. Não posso exigir nada sem meu mínimo esforço. E digo esforço além de escrever em um diário e conversar com as amigas sobre.
O que me irrita mesmo é eu perder tempo da minha vida pelo simples fato de eu ser envergonhada. Se eu morresse hoje, não teria dito metade do que gostaria de dizer.
Tem uma música da minha banda preferida que diz assim: o amor vai te fazer ficar acordado uma noite inteira. E um dia quando tu fores velho, não olhe pra trás e diga que deverias ter tentado. Fique acordado a noite toda.
Me falta coragem. Não sei por que nunca a tive.
Não procuro o amor. Espero que ele me encontre, pois assim acho que a angústia da espera será menor.
E não me entendam mal. Não estou depressiva ou qualquer coisa. É só um pensamento, um desabafo.
13 fevereiro, 2011

2011 começou pauleira. Acho que nunca tive que tomar tantas decisões importantes de uma vez só.
Durante toda vida escolar, o que mais se espera é o final e quando esse momento chega, muitos não sabem mais o que fazer.
Eu sempre fui muito convicta sobre o que eu queria ser. Claro, já tive a fase "quero ser professora" (e admito que ainda carrego essa vontade), mas logo me decidi por jornalismo. Pensando bem, que estranho eu não ter oscilado muito nas escolhas. Muitos vão de uma área a outra em questão de dias.
Pois, minhas dúvidas são outras agora. Que faculdade cursar, qual será o melhor meio de conquistar meus sonhos? De primeira, quando um plano não deu certo, pensei em ir pelo caminho mais fácil. Mas não é isso que quero. Eu quero lutar pra chegar no melhor.
Todos os dias peço a Deus a me iluminar para eu poder tomar a melhor decisão. Não é fácil.
E claro, nenhum momento tenso vem desacompanhado. Tem mais mil situações.
Mas eu estou bem, talvez como nunca estive antes. É, Deus está mesmo me abençoando.
14 janeiro, 2011
Capitalismo X Comunismo
O vestibular, as temíveis provas passaram. Não fui bem, mas paciência.
Sabe se lá como os outros foram, né?! Veremos.
--------------------------------------
Existe uma teoria que eu acho que é do Marx sobre o capitalismo. Diz que o ciclo do capitalismo tende sempre a ter uma crise (tipo quebra da Bolsa de NY em 1929 e 2009..). Claro, o homem defende o comunismo, mas errado ele não está.

E assim também é a vida. Temos épocas de ouro, onde tudo é alegria. Tu chega a se saturar de tanta felicidade e BOOM!, quando tu menos espera algo terrível acontece e um bando de fábricas começa a falir (menos no Brasil, porque o Lula previu que ia ser uma marolinha e foi...esse ser parente do Polvo Paul in memorian...)
Esse ciclo sem fim da vida. Já cantava o nosso Rei Leão:

E o comunismo? Quem disse que nunca será assim? Algo bem melhor ainda nos espera! Talvez em algum ponto da vida chegaremos ao fim das crises, ao fim das classes.
A luta pra não ocorrer crises é constante. É preciso produzir, mas também é preciso ter quem consuma os produtos. Crises não duram para sempre e dependendo da força de cada um, uma tsunami pode virar uma simples ondinha.
Sabe se lá como os outros foram, né?! Veremos.
--------------------------------------
Existe uma teoria que eu acho que é do Marx sobre o capitalismo. Diz que o ciclo do capitalismo tende sempre a ter uma crise (tipo quebra da Bolsa de NY em 1929 e 2009..). Claro, o homem defende o comunismo, mas errado ele não está.

E assim também é a vida. Temos épocas de ouro, onde tudo é alegria. Tu chega a se saturar de tanta felicidade e BOOM!, quando tu menos espera algo terrível acontece e um bando de fábricas começa a falir (menos no Brasil, porque o Lula previu que ia ser uma marolinha e foi...esse ser parente do Polvo Paul in memorian...)
Esse ciclo sem fim da vida. Já cantava o nosso Rei Leão:
É O Ciclo Sem Fim
Que nos guiará
a dor e a emoção
pela fé e o amor
até encontrar
o nosso caminho
neste ciclo, neste ciclo sem fim
É O Ciclo Sem Fim
Que nos guiará
a dor e a emoção
pela fé e o amor
até encontrar
o nosso caminho
neste ciclo, neste ciclo sem fim

E o comunismo? Quem disse que nunca será assim? Algo bem melhor ainda nos espera! Talvez em algum ponto da vida chegaremos ao fim das crises, ao fim das classes.
A luta pra não ocorrer crises é constante. É preciso produzir, mas também é preciso ter quem consuma os produtos. Crises não duram para sempre e dependendo da força de cada um, uma tsunami pode virar uma simples ondinha.
27 dezembro, 2010
2011, here we come

E mais um ano termina. 365 dias que passaram muito rápidos, pelo menos agora que está no fim.
2010 não foi moleza. Muitas tristezas, frustrações, dificuldades. Porém tudo foi superado, ou ainda está em andamento para melhorar. Todo ano parece que tiro grandes lições de vida, e esse não deixou a desejar.
Mas acima de todos os pontos negativos, a vida me trouxe muitas coisas maravilhosas. Amigos de verdade, festas, esperanças, conquistas inesperadas e muito trabalho.
Uma música boa para uma virada de ano:
Nobody said it was easy
No one ever said it would be this hard
Oh take me back to the start
Não são necessárias viradas de ano para recomeçar. A revolução começa dentro de cada pessoa a qualquer momento. Eu poderia dizer que comecei tudo de novo nesse ano que passou. Pelo menos tentei. As vezes chegamos a um ponto que não há outra escolha se não recomeçar.
Que 2011 seja um ano de recomeços diários. De felicidade, de amor, de muitos amigos, conquistas e, para mim, muita criatividade pra escrever nesse blog!
(Pessoal, torçam por mim! Estarei fazendo vestibular da UFRGS nos dias 9 a 12 de janeiro).
Beijão, fiquem com Deus sempre!
Assinar:
Postagens (Atom)